Abominação ♥

Havia uma sensação envolvente, quase sufocante, de que,
fosse lá o que um homem pudesse carregar dentro de si para
se proteger contra o desespero ou lhe trazer alívio ou conforto,
de alguma forma era deixado para trás, abandonado, ao entrar
naquele átrio.
[Abominação, pág. 91]

Eu amo fantasia dark e histórias que acontecem na era medieval, e este foi o principal motivo pelo qual solicitei, em parceria com a editora DarkSide Books, o livro Abominação.

Neste post contarei a minha experiência de leitura com vocês. ♥

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Sobre o livro

Eu acompanho a série Vikingsuma das minhas séries preferidas da vida – e, nesta narrativa, nós acompanhamos o ponto de vista dos nórdicos.

Já no livro do Gary Whitta, – o que eu achei interessante pois diversificaria do que eu já assisto na televisão – nós acompanhamos o ponto de vista dos Ingleses, suas preocupações, estratégias, proteções.

Já comecei a leitura muito animada, esperando saber como a história iria se desenvolver.

O livro inicia nos mostrando como o rei Alfredo conseguiu estagnar um pouco as invasões e matanças dos vikings, bem frequentes naquela época, com um acordo de paz oferecendo-lhes terra para que eles pudessem ocupar.

Porém, o rei nórdico com o qual Alfredo fez este acordo, estava muito doente e a qualquer momento poderia cair. Se isto acontecesse, o novo rei não iria manter este acordo e voltaria a atacar toda a Inglaterra.

Esta era a grande preocupação de Alfredo.

No desespero por proteção contra uma guerra iminente, Alfredo permitiu que Aethelred, o arcebispo da Cantuária, desenvolvesse armas através de feitiços descobertos em pergaminhos muito antigos.

Mas logo a gente percebe que esse foi o grande erro do rei, e que agora, eles precisam confrontar algo mais perigoso que os próprios vikings: as abominações, que são criaturas aterrorizantes – só lendo o livro mesmo para se ter ideia do quão perigosas elas são.

E é aí que entra o nosso herói, Wulfric, Membro Honorário da Ordem, melhor soldado e melhor amigo do rei.

Sabe aquelas pessoas extremamente simples e humildes ? Aquelas pessoas que a bondade transborda o coração de tão grande que é ?! Wulfric é assim. Uma grande ironia, pois ele é o maior matador de todos os tempos – não que ele se orgulhe disso; é algo natural, instintivo.

Wulfric é aquele tipo de herói bem perfeitinho, certinho, ideal, sabe ? E eu adorei a personalidade dele. Sério. Muito cativante !! Gostaria de tê-lo na minha roda de amigos.

A gente vê tanta notícia ruim nos jornais, pessoas que fazem atrocidades que nem acreditamos que aconteceram mesmo; vemos tantas pessoas que se preocupam mais com o “ter” do que com o “ser”; falsidades; mentiras; um querendo se dar bem à custa dos outros; que, quando eu me deparo com uma pessoa assim como Wulfric na literatura, meu coração fica aquecido.

Para completar, aparece Indra, outra protagonista maravilhosa da história que, mesmo sem conhecer Wulfric, tem os mesmos princípios e ideais que ele.

E foram estes dois personagens que me prenderam na história. Eu não queria mais sair do lado deles. ♥

Sobre a história em si, nas cem primeiras páginas nós ficamos sabendo desse confronto que existe com os  vikings e a problemática com as abominações, mas, em todo o restante do livro – e segunda parte da história – a narrativa vai se desenvolver mais sobre um aspecto pessoal do que social.

Terá uma problemática que precisa ser resolvida para não colocar em risco os Ingleses, mas deixará de ser, de certa forma, em âmbito geral, sabe ? Passa a ser algo bem pontual. E toda aquela guerra iminente contra os nórdicos e principal preocupação do rei Alfredo vai ser deixada de lado totalmente e os vikings não aparecerão.

E eu não estava com esta expectativa quando peguei o livro para ler; apesar de ter gostado demais da história e da escrita do autor.

No mais, é um livro bem sangrento o tempo todo. As descrições das transformações e ataques das abominações são bem fortes e detalhadas.

Gary Whitta tentou colocar um elemento surpresa ali no livro, mas que, pelo menos para mim, não deu certo… É bem clichê o que ele tenta fazer e o leitor atento vai perceber logo.

Por fim, achei muito gostoso ler o desenvolvimento da amizade de Wulfric e Indra, e o final aquece o coração, o que é até engraçado dizer sobre um livro cheio de abominações, né ?

Mas, como eu falei, fiquei muito feliz por ter conhecido essa história, apesar dela não ter se desenvolvido como eu imaginei que se desenvolveria.

Detalhes da edição

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Alguém já leu Abominação ?! O que achou ?! Quem não leu, pretende ler também ?! Me contem aqui nos comentários, eu adoraria conhecer a opinião de vocês ♥ !!

Espero que tenham gostado do post de hoje.
Muito obrigada por acompanharem até aqui.

Com muito carinho ♥,
Juliana Fiorese.

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Juliana Fiorese

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