Lendo Os Miseráveis #5 ♥

Os Miseráveis - Juliana Fiorese

Os mais terríveis pensamentos lhe assaltaram a mente.
Há momentos em que as suposições indesejáveis
nos atacam como uma turba de fúrias, forçando-nos
violentamente as portas do cérebro. Quando se trata
daqueles a quem amamos, nossa prudência imagina
todas as loucuras. Lembrou-se de que o sono pode
ser mortal ao relento, numa noite fria“.
[Os Miseráveis, p.647]

Uma das melhores leituras da vida. Sério. Todos precisam ler esse livro.

Os Miseráveis - Juliana Fiorese

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Essa semana concluímos o primeiro mês de Leitura Coletiva chegando então à quinta semana ao lado de Victor Hugo e de seus personagens tão singulares !!

Hoje eu vou compartilhar a minha experiência de leitura da página 602 à página 788, dando continuidade assim ao meu diário de leitura de Os Miseráveis.

Os Miseráveis - Juliana Fiorese

♥ Da página 602 à página 788 ♥ Cosette ♥

Os Miseráveis - Juliana Fiorese

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Aqui no livro quarto de CosetteO Pardieiro Gorbeau -, Jean Valjean e Cosette finalmente chegam à Paris e instalam-se em um pardieiro afastado da movimentação da grande cidade, mantendo-se bem protegidos dos olhares curiosos.

A descrição que Victor Hugo faz daquela construção, tão desgastada pelo tempo, remete fielmente ao aspecto das duas figuras miseráveis que representam os nossos personagens, olha isso:

Essa porta de aspecto tão miserável, e essa janela quase decente, embora aos pedaços, vistas assim na mesma casa, faziam o efeito de dois mendigos desemparelhados que andassem juntos, um ao lado do outro, fisionomias diferentes cobertas pelos mesmos trapos, um tendo sido sempre indigente, o outro tendo sido outrora gentil-homem“. [p. 604]

Né ?!

Os Miseráveis - Juliana Fiorese

O Pardieiro Gorbeau é descrito como o lugar mais precário e mais assustador que pode existir, mas, aos olhos da pequena Cosette, aquele era o lugar mais bonito; tamanha era a sua felicidade por ver-se livre da família Thénardier.

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Na verdade, a alegria dos dois – Cosette e Jean Valjean – era semelhante. Um amparava o coração – estraçalhado pelos acontecimentos da vida – do outro. Dois miseráveis que apoiavam-se mutuamente.

Os Miseráveis - Juliana Fiorese

Mas essa alegria não durou muito tempo…

Em dado momento Jean Valjean pensa ter visto, no rosto de um mendigo, o rosto de Javert !! E bastou apenas isso para assusta-lo o suficiente e fugir às pressas daquele pardieiro, levando Cosette com ele.

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Os Miseráveis - Juliana Fiorese

No livro quintoCaça tenebrosa, matilha silenciosa – vamos acompanhar toda a fuga da dupla. Essa, na minha opinião, foi uma das partes mais tensas de toda a história até agora !!

Quase fiquei sem respirar pois em todos os momentos parecia que os fugitivos seriam surpreendidos por Javert e seus companheiros.

Até que Jean Valjean, no último segundo, conseguiu entrar em uma construção muito esquisita e assustadora, desviando a atenção dos policiais.

Os Miseráveis - Juliana Fiorese

Às escondidas, Jean Valjean encontra um jardineiro – que, em determinado momento, descobrirá ser o Sr. Fleuchelevant; outrora Jean Valjean o salvara da morte quando uma espécie de carroça caiu sobre ele – que o conhecia e ainda acreditava que aquele homem que aparecera ali de maneira misteriosa era o Sr. Madeleine.

Por conta dessa dívida com Sr. Madeleine, o Sr. Fleuchelevant resolve ajudar e esconder Jean Valjean e Cosette com alegria.

Os Miseráveis - Juliana Fiorese

O último capítulo desse livro quinto vai nos mostrar como toda a situação aconteceu através do ponto de vista de Javert: como ele fora transferido para trabalhar em Paris, como ele ficara sabendo da suposta morte do grilheta Jean Valjean, dos boatos sobre o sequestro de uma menina ainda criança em Montfarmeilvoltamos a sentir ódio dos Thénardier quando descobrimos que eles fizeram uma ocorrência na polícia sobre o fato -, como ele soubera dos boatos sobre o “mendigo que distribuia esmolas”, entendemos porque Jean Valjean havia visto o rosto de Javert no rosto do mendigo, sabemos como a velha do pardieiro havia ajudado Javert

E, por fim, vemos toda a precaução que levou Javert a falhar em sua missão.

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Mostrar o mesmo momento da história através de duas perspectivas diferentes – uma da caça e outra do caçadorfoi sensacional !!

Victor Hugo sendo Victor Hugo, né, gente ♥ ?!

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A maior parte desse livro sextoPetit-Picpus – vai nos mostrar como era a vida das bernardas beneditinas do convento Petit-Picpus:

(…) austera regra espanhola de Martin Verga. As bernardas beneditinas dessa obediência não comem carne durante o ano inteiro, jejuam na Quaresma e em muitos outros dias especiais levantam-se durante o primeiro sono, desde uma hora da manhã até as três, para ler o breviário e cantar matinas, dormem sobre palha e lençóis de sarja em todas as estações, não tomam banho, jamais acendem a lareira, submetem-se à disciplina todas as sextas-feiras, observam a regra do silêncio, falam somente nas horas de recreio, aliás muito curtas, e usam o burel durante seis meses, desde 14 de setembro, festa da exaltação da Santa Cruz, até a Páscoa. Esses seis meses já são uma moderação; a regra diz o ano todo; mas o burel, insuportável durante o verão, era causa de febre e espasmos nervosos. Foi preciso restringir-lhe o uso. Mesmo com essa moderação, quando as religiosas, no dia 14 de setembro, começam a usar esse hábito, têm três ou quatro dias de febre. Obediência, pobreza, castidade, clausura; eis aí seus votos, extremamente agravados pela regra“. [p. 670]

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É importante destacar que só quem podia entrar no convento eram mulheres !! Os únicos homens permitidos: um arcebispo, o jardineiro e um professor de desenhos; todos horríveis e já muito idosos.

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Eu não sei se foi por conta do absurdo de vida que aquelas meninas eram submetidas – não podiam nem escovar os dentes… Em cinco anos, três meninas enlouqueceram no mesmo convento !! – ou se é porque realmente é um livro cansativo, mas eu posso afirmar com toda a certeza que eu preferi mil vezes o livro que fala de Waterloo !!

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Esse livro sétimoParêntese – vai nos mostrar um pouco mais profundamente sobre a história do convento como fato histórico.

Aqui, Victor Hugo pegou meu coração e prendeu em corrente de ferro.

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Fiquei tão sem palavras que precisei copiar alguns trechinhos para vocês:

O convento, em particular o antigo convento de mulheres, tal como ainda aparece no início deste século na Itália, na Áustria e na Espanha, é uma das mais sombrias incrustações da Idade Média. O claustro católico propriamente dito está todo impregnado do clarão da morte“. [p. 705]

Será que essas mulheres pensam? Não. Têm vontade própria? Não. Amam, por acaso? Não. Vivem? Não. Seus nervos transformaram-se em ossos; seus ossos transformaram-se em pedras. Seus véus são feitos com as trevas da noite. Sua respiração assemelha-se a não sei que trágica respiração da morte. A abadessa, a larva, as santifica e aterroriza. A imaculada ali está, feroz. Tais são os velhos mosteiros da Espanha. Guaridas da evolução terrível, antros de virgens, lugares perigosos“. [p. 706]

Acrescentem a isso tudo as violências crescentes perpetradas contra as consciências, as vocações forçadas, o feudalismo apoiando-se no claustro, o direito da primogenitura lançando para os conventos o excedente das famílias, as atrocidades que acabamos de descrever, os in pace, as bocas impedidas de falar, os cérebros murados, tantas inteligências desafortunadas jogadas nos cárceres dos votos perpétuos, a tomada de hábito, o sepultamento de tantas almas cheias de vida. Acrescentem ainda os suplícios individuais, as degradações nacionais, e quem quer que seja se sentirá amedrontado diante da roupeta e do véu, dois sudários de invenção humana“. [p. 709]

Essa existência claustral tão austera e triste, de que acabamos de traçar alguns aspectos, não é vida porque não é liberdade; não é o túmulo porque não é a plenitude; é o lugar estranho, de onde se vê, como da crista de uma montanha, de um lado, o abismo em que nos achamos, do outro, o abismo onde nos encontraremos; é uma fronteira estreita e nevoenta separando dois mundos, ao mesmo tempo iluminada e obscurecida por ambos, onde a luz enfraquecida da vida se confunde com a vaga luz da morte; é a penumbra da sepultura“. [p. 721]

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Só de saber que essas coisas realmente aconteceram, meu coração fica em pedacinhos. Muito triste !!

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Bom, nesse momento nos encontramos novamente com os nossos queridos personagens. Aqui no livro oitavoOs cemitérios recebem o que lhes dão -, Jean Valjean e o Sr. Fleuchelevant estão discutindo sobre o que irão fazer, visto que ele não poderia ficar ali para sempre.

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Assim, chegam à conclusão de que, realmente, o melhor lugar a ficar – tanto para Jean Valjean, como forma de esconder-se de Javert, quanto para Cosette, que teria a chance de educar-se – seria lá no convento mesmo.

Mas, para tentar ficar, eles teriam que pedir permissão à madre superiora; para pedi-la, seria preciso chegar lá, entrar no convento; e, para isso, seria necessário que eles saíssem de lá sem serem vistos.

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Enquanto eles tentam encontrar solução para esse problema, o Sr. Fleuchelevant é chamado para uma conversa particular com Madre Innocente.

Gente !! Esse foi o diálogo mais engraçado que eu li até agora !!

Eu ri muito e reli vários trechos diversas vezes. A parte que o Sr. Fleuchelevant se atrapalha com a frase “de modo algum” ou todas as respostas que ele dava à madre “amém” – mesmo ela falando trivialidades, ele jurava que ela estava rezando !! E respondia assim -, foram muito hilárias !!

Melhor diálogo ♥ !!

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E tem uma frase, antes da madre começar um falatório gigante, que me fez rir muito:

Para que ficou durante muito tempo calado, não importa a excelência ou não do auditório. No dia em que o retórico Gimnástoras saiu da prisão, com a cabeça cheia de silogismos e dilemas, parou na frente da primeira árvore que encontrou, fez-lhe um discurso, esforçando-se muito para convence-la“. [p. 741]

Isso é muito engraçado !! A cara da Madre !!

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Enfim, o que ela queria era pedir para o Sr. Fleuchelevant fechar o caixão de uma das madres que tinha acabado de falecer. Esse caixão – que tal madre usara a vida inteira como cama – seria posto e trancado dentro de uma cripta em baixo de um altar lá no convento mesmo.

Só que isso, por lei, era proibido… Era lei que todos os mortos fossem enterrados apenas nos cemitérios. Portanto, a ordem da Madre Innocente era segredo.

Os Miseráveis - Juliana Fiorese

O nosso jardineiro, Sr. Fleuchelevant, disse que faria isso e que ainda colocaria terra dentro do caixão oferecido pelas autoridades, para despista-los.

Sr. Fleuchelevant, aproveitando a oportunidade, também pediu um emprego para o seu “irmão” – que sabemos que é Jean Valjean – e um lugar para sua “sobrinha” – Cosette.

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Então, nós vamos acompanhar a ideia maluca da saída de Jean Valjean do convento, em segredo, dentro do caixão !! Tudo estava dando certo até que, no último momento, eles descobrem que o antigo coveiro – amigo do Sr. Fleuchelevant – havia sido substituído por outro !!

Foi muito tenso; quase fiquei sem respirar !! A solução desesperada do Sr. Fleuchelevant foi muito boa.

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A leitura dessa semana foi incrível e só preciso dizer que Os Miseráveis é uma leitura essencial para a vida. Sério, todos devem ler esse livro em algum momento.

Eu terminei de ler a parte de Cosette e fiquei muito, muito tempo mesmo, refletindo sobre a grandiosidade de tudo que li até agora. Eu até ia dar continuidade logo em seguida à parte do Marius, mas precisei de um tempinho para digerir as reflexões magnificas de Jean Valjean ali do final do último capítulo.

Incrível, gente, sério. Fico até sem palavras.

Os Miseráveis - Juliana Fiorese

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O melhor de tudo é que as partes mais contextuais, que vão nos explicando culturas e acontecimentos locais, por exemplo – como a descrição de como eram os conventos e a vida das freiras, que foi a parte que eu achei mais difícil de ler -, são extremamente significativas e importantes para o entendimento da história que vem logo em seguida, com os nossos personagens.

É impressionante como tudo o que Victor Hugo escreve em Os Miseráveis está interligado, não fica nem uma pontinha solta. E quando tudo se liga faz todo o sentido do mundo; é quando a gente vê o quão maravilhosa essa obra é. E isso acontece o tempo todo.

Os Miseráveis - Juliana Fiorese

É isso pessoal !!

E vocês? Em que parte estão e como estão em relação à história?
Alguém está sentindo-se empolgado para começar a ler o livro?
Gostaria muito de saber, me contem aqui nos comentários ♥ !!

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Espero que tenham gostado do quinto post do projeto Lendo Os Miseráveis. Até a próxima sexta, com mais diário de leitura.

Muito obrigada por acompanharem até aqui.

Com carinho , Juliana Fiorese.

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Juliana Fiorese

0 comments

  1. Acho que essas últimas 150 páginas foram as que mais me prenderam!! Apesar de triste, a parte do convento fluiu para mim bem mais do que Waterloo!

    Só senti falta de duas coisas… ALERTA DE SPOILER pra quem não leu!!! Rs… Queria que o Victor Hugo tivesse descrito as cenas anteriores ao velório (saída dos dois do convento)! Ele descreve tão bem cada detalhe e essa parte ele não detalhou! Foi direto para o enterro! Outra coisa que me incomodou: se Javert ficou rondando a área por um tempão, como não viu Jean Valjean voltando ao convento?? Você também pensou nisso?

    Só reflexões mesmo… Tô amando muito esse livro!

    1. As últimas páginas são realmente maravilhosas, né ?! Também não conseguia parar de ler, ahah !! xD

      Tem razão, Ana !! Só diz que Jean Valjean passou a noite inteira na salinha do caixão e depois já pula para a caminhada do velório, né? Também senti essa falta, eu estava esperando a descrição do momento em que ele entraria lá no caixão, os pensamentos deles… Essas coisas.

      O de Javert, se não me engano, fala que ele ainda ficou lá montando guarda durante um tempo, mas depois ele foi desistindo… Para não ficar feio lá com os superiores dele. Alguma coisa assim.

      Ana !! Eu também estou amando o livro !! A parte de Marius foi a que eu mais gostei até agora !! Vai chegar um momento que você vai ficar muuuuuito surpresa !! Eu só faltei sair correndo pela casa com o livro na mão, de tanta empolgação !! hahaha xD

      Beijos !! <3

      1. Então… O livro fala que Javert ficou rondando o convento por mais de um mês! Enfim… Fiquei com essa dúvida! Também queria ter lido mais sobre a saída da Cosette!

        Tô empolgada pra próxima parte! Vamos lá!
        Bjs!

        1. Aaah, é ?! Então acho que foi uma falha do livro mesmo… Mas a gente supera, né ?! Ele é maravilhoso !! ahaha xD

          Depois quero saber o que você achou da parte de Marius !! <3 Foi a que eu mais gostei !! O comecinho é meio lento, mas depois vai ser muita adrenalina !! Depois me conta !! <3 <3 <3

          Beijos !!

  2. Fiquei impressionada como as nossas impressões de leitura foram parecidas! hahaha

    Eu achei o livro quinto uma das partes mais tensas até agora também; também fiquei com o coração apertado em Petit-Picpus e preferi o livro de Waterloo (escrevi exatamente isso no meu instagram!); e também adorei o diálogo entre o Fauchelevent e a madre!

    Muito obrigada por compartilhar seu diário de leitura aqui no seu blog, Ju! Beijos!

    1. Oiii Mayumi !! <3

      O diálogo de Fauchelevent e a Madre Innocente é maravilhoso !! Enquanto estava escrevendo o post, fiquei com vontade de ler novamente, porque é certeza, toda vez que eu o ler vou dar umas boas risadas !! ahaha <3

      Eu é que agradeço por você ter vindo aqui e lido o post !! E comentado !! <3 <3 <3 <3 Semana que vem trago mais das minhas impressões de leitura… Esse livro fica cada vez mais maravilhoso e eu já quero ler tudo de Victor Hugo !! ahaha xD

      Beijoooos !! <3

  3. Também estou lendo o livro e gostando muito, mas eu queria mesmo é elogiar o capricho de suas postagens. As suas fotos são lindas e fofas!! Percebe-se a sua dedicação e cuidado. Parabéns.

    1. Esse livro é maravilhoso, não é, Erika ?! Eu estou cada dia mais apaixonada por tudo que Victor Hugo escreve, e ainda mais pela maneira extremamente detalhista que ele faz isso !! É incrível !! <3 E estou muito feliz em saber que você percebeu, através do post, todo o carinho que dedico ao blog !! Muito obrigada mesmo !! Beijos !! <3 <3 <3

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